dia 5 em Jodhpur/RIFF – dia da nossa noite, “Rajasthani Night”

passei uma boa parte do dia tentando entender o que estava acontecendo com o meu controlador e como eu podia tocar com ele (a solução foi não tocar nos ultimos 3 faders – nem um pouco, se tocar, da um sinal de midi generalizada que muda todos os parametros numa vez só).  Aí, ainda tinha coisas pra fazer com o meu set – integrando as novas músicas nele e preparando sequencias interessantes especificamente para RIFF.

Mais uma vez, dei uma escapada pra ver o por do sol, que é lindo de cima no forte.

Rais Khan de Darohar (de Jason Singh) tocando morchang na passgem de som

Na passagem de som, arrumei uma mesa pra mim (sempre um desafio, tem que ser tipo 110 – 120cm de altura – aqui foi duas mesas uma em cima da outra) e organizamos como seria as transições entre os artistas.  Seria Hada abrindo, Jason Singh e Darhodar, Jaipur Kawa Brass Band e depois eu pra fechar a noite (tipo, 1h até as 2:30).  Pronto, fui jantar (ainda curtindo MUITO a comida vegetariana pros artistas), deitar um pouco em algum quarto do labirintho do forte.

o scenário do nosso palco - mehrangarh fort

Jason acabou abrindo a noite (o Hada deu uma sumida e não fez a passagem de som).  Morchang, karkal, dholak, baupang, harmonium, 3 cantores e o jason fazendo beatbox e efeitos com 2 kaos pads.  foi muito bem recebido – especialmente quando ele mandou um tech house trocando riffs com o morchang.  a Jaipur Kawa Brass Band, nem entrou no palco – foi diretamente pra pista e ficou circulando entre as pessoas.  Aí, entrei…..deu tudo certo.  comecei com uma sequencia de músicas indianas – dhin ka chika em versão rajasthani, umas bhangras e remixes de músicas de bollywood.  aí, mandei uma cumbia/bollywood mashup e as pessoas acompanharam.  daí, toquei de tudo.  Esse ano, teve poucas pessoas fazendo pedidos…só uma pessoas que entrou no palco e ficou empurrando o celular dela na minha frente.  Ainda lembro do ano passado quando uma pessoa chegou gritando algo pra mim e respondí que eu não podia conversar com ela por que eu estava concentrando.  ela falou que eu não precisava conversar, só escutar, e por favor, toca salsa!  haha  o controlador só se desligou 2 vezes durante meu set.  acho que eu conseguí fingir bem que não aconteceu nada….haha

acabei saindo de lá as 4:30 destruido de cansaço com um gripe querendo entrar.  fica meio dificil cuidar do corpo na pressão do trabalho…..

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About maga bo

Maga Bo is a DJ/producer working with an international collision of styles, sounds, location recordings from all continents and beats that have yet to be classified. A study in the digital contortions of hip hop, ragga, breakbeat and jungle drum n bass, his sound is a divine (s)mashup of batucada, rai, capoeira, bhangra, and skewed electronic beats in a borderless conundrum of gritty street sounds, found and modified rhythms and melodies from Brazil, Morocco, Senegal, India and beyond. DJing and producing tracks with a portable laptop studio, he has worked and performed in Africa, Asia, Australia, Europe, and North and South America.

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